Não estava fácil conviver com tanto sofrimento, tanta dor. Ela já havia feito de tudo para melhorar: ido ao psicólogo, conversado com suas poucas amigas e com seus pais.
Decidiu, então, que chegara ao fim. O seu limite era ali e ela não poderia mais suportar por tanto tempo. Queria morrer.
Nunca vivera uma aventura, nunca se arriscara. Se considerava inútil, não sabia fazer nada, afinal não conseguia terminar o que começava.
Pegou uma navalha e passou-a sobre sua pele. Sangrou, sangrou e sentiu o cheiro da morte. Estremeceu, estava arrependida. O chão azulado mudara de cor. Seu corpo, gelou.
Estava morta.
Decidiu, então, que chegara ao fim. O seu limite era ali e ela não poderia mais suportar por tanto tempo. Queria morrer.
Nunca vivera uma aventura, nunca se arriscara. Se considerava inútil, não sabia fazer nada, afinal não conseguia terminar o que começava.
Pegou uma navalha e passou-a sobre sua pele. Sangrou, sangrou e sentiu o cheiro da morte. Estremeceu, estava arrependida. O chão azulado mudara de cor. Seu corpo, gelou.
Estava morta.
(janeiro de 2012)
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